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Jul 23 2008

HYDRA Game Development

Publicado por Carlos Martins em OpenHardware
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Para muitos, a ideia de desenvolver um jogo é algo assustador. Os requisitos técnicos podem obrigar a que se dominem áreas como a programação, matemática, física… e até electrónica.

Electrónica?

Ah pois. É que os jogos de que vos falo não são aqueles que são feitos num PC qualquer - isso qualquer um pode fazer. Estou a falar-vos da origens dos jogos: as consolas electrónicas que originalmente permitiram jogar o Pong em casa, e mais tarde jogos mais evoluidos.

Bem vindos ao mundos dos jogos baseados em “hardware”.

Este pack Hydra para desenvolvimento de jogos tem como cérebro o popular Propeller da Parallax e é destinado aos que se querem iniciar no mundo dos jogos e da programação. Basta ter uns conceitos básicos de programaçao para que facilmente se sintam à vontade com este kit.

Tudo o que precisam está incluido no pacote, incluindo um livro sobre a programação de jogos, assim como uma descrição detalhada de todo o hardware do HYDRA, para que possam tirar o máximo partido dele.

Para além da placa principal HYDRA, têm à vossa disposição o livro, um cartão de memória de 128Kb (não se preocupem, é mais que suficiente quando se trabalha com este tipo de hardware), uma placa para experiências, rato, teclado, cabos video e USB cables, fonte de alimentação, e o CD com todo o software necessário.

Podem ainda optar por um cartão HYDRA XTREME 512K (HX512) que aumentará ainda mais as capacidades do vosso sistema, transformando-o num verdadeiro computador de 32 bits, capaz de suportar programas maiores, sistemas operativos, compiladores, e jogos ainda mais avançados.

Mais informações no site da Parallax.

cmartins Carlos Martins escreve no PL todas as quartas um artigo sobre OpenHardware. Podem encontrar mais artigos como este no seu blog abertoatedemadrugada.com.

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Jul 22 2008

Extreme Networks processada por violação da GPL

Publicado por Bruno Miguel em notícias livres
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Verizon, Skype, Bell Microproducts, Super Micro Computer, Monsoon Multimedia. Estes nomes dizem-vos algo? Eles são os nomes das empresas que foram processadas por violação da licença GNU General Public License (GPL) e foram obrigadas pelo tribunal a respeitar os termos da licença. A estas empresas junta-se um novo nome: Extreme Networks.

Como na maioria dos processos anteriores, o Software Freedom Law Center (SFLC) apresentou uma queixa em tribunal contra esta empresa em nome dos criadores do pacote de ferramentas BusyBox.

Esta queixa de violação dos termos da licença que rege as ferramentas BusyBox, a GPL2, surge após contactos infrutíferos, em Fevereiro deste ano, do SFLC com a Extreme Networks. Como não obtiveram resposta até agora, 6 meses depois, uma queixa foi apresentada contra a empresa em nome dos criadores do BusyBox.

Tal como nos processos anteriores, o mais provável é a empresa e os criadores do BusyBox chegarem a um acordo fora dos tribunais.

O comunicado oficial do Software Freedom Law Center pode ser lido no seu site oficial.

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Jul 22 2008

RED HAT

Publicado por jocaferro em Sistemas Operativos Abertos, linux
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Desde tempos imemoriais que uso os produtos com a chancela Red Hat. Foi o meu primeiro amor neste mundo da liberdade e desde sempre havia qualquer coisa que me fazia ficar espantado com o que a comunidade conseguia construir!
Mais tarde apaixonei-me pelo openSuse, mas essa é outra história que neste momento tem cada vez menos valor. Com muita pena minha.

O Fedora foi, é e será uma das distribuições que estará sempre presente pelo menos numa das minhas máquinas; e esta versão 9 conseguiu espantar-me. Mais uma vez.
Na próxima semana espero ter concluído um artigo mais abrangente acerca desta distribuição.

Se quanto ao Fedora 9 não me alongo mais, esta semana andei a experimentar 3 distribuições baseadas no produto desta casa: CentOS, BLAG 90000 e Linpus.

Começando pelo fim, Linpus é uma distro um pouco minimalista baseada em Fedora. Embora já exista há algum tempo, só agora parece querer tornar-se reconhecida mundialmente através da ACER, mais especificamente do ACER One. Eu sou um dos que pertenciam ao grupo dos “desconhecedores”. Já tinha “ouvido”, há cerca de 2 ou 3 anos, falar de qualquer coisa mas nunca perdi tempo a experimentar, tal como agora aconteceu com este sabor “Linux”.
Apesar das várias versões, sinceramente pode servir para uma máquina do tipo ACER One, mas não consigo vislumbrar o que poderá fazer face aos nomes mais conhecidos do mundo “Linux”, exceptuando no mercado da China. Foi uma experiência que me custou muitas e boas horas e não me convenceu. Espero ainda pôr as mãos em cima de um ACER One para ver como aquela versão do Linpus se porta.

Quanto ao BLAG 90000, o meu parceiro Bruno Miguel já aqui colocou um artigo. Nada mais tenho a adiantar excepto realçar a natureza “totalmente livre a aberta” que faz parte da filosofia deste “Linux”. Apesar de alguns desentendimentos que me deram um pouco de trabalho lá consegui colocar tudo a trabalhar, mas chamo a atenção que não foi à primeira…

Eis-me chegado ao CentOS. Para quem não conhece posso adiantar que é uma das melhores distribuições “Linux” que anda por aí. Baseada no Red Hat Enterprise Linux, oferece todo o potencial deste livre e aberto produto comercial, porém a custo ZERO. Se no mundo “servidor” quase todos conhecem o CentOS, já no caso dos Desktop tal não se verifica e apenas uma “meia dúzia” de malucos se lembram de andar por aí  com esta distribuição, grupo nos quais me incluo pois a partir de agora é este “Linux” que me acompanha a maior parte do tempo - fiquei rendido. O Fedora 9 continua a acompanhar-me mas numa outra máquina, a qual provavelmente substituirá o actual prestimoso e velhinho servidor. Pode-se dizer que se trata de uma troca já que o CentOS está actualmente no “velho” servidor, onde se tem portado de forma irrepreensível.
Neste momento, penso que o CentOS é a melhor distribuição para um sistema empresarial já que tem uma invejável versão servidor, ao mesmo tempo que a Desktop/Workstation se encaminha para a “bóptimo”.
Quem estiver interessado em experimentar pode descarregar a versão mais recente - 5.2 Live CD - no habitual darkstar.


José Rocha escreve no PL todas as terças um artigo sobre Sistemas Operativos Abertos.
Podem encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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Jul 21 2008

O software livre é mesmo inseguro?

Publicado por Bruno Miguel em opiniões
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Um relatório publicado pela consultora de segurança Fortify afirma que as empresas devem ter muito cuidado na adopção de software livre e que este software tende a não ser seguro. Para chegar a estas conclusões, analisaram 11 das mais populares aplicações livres desenvolvidas em Java (Jboss, OpenCMS, etc).

Há aqui um ou dois pontos a reter. O primeiro é que todo o software é susceptível de ter falhas de segurança. Isto é tão certo como necessitar-mos de oxigénio.

Segundo ponto: 11 aplicações dificilmente serão suficientes para poder generalizar tanto esta questão. Para além destas aplicações, existem muitas mais usadas no sector empresarial - MTAs, sistemas operativos, clientes de email e browsers são só uns exemplos.

Terceiro. Como todo o software é uma possível fonte de problemas de segurança, é imperativo corrigir essas falhas. Aqui, o software livre está mais bem posicionado que o software proprietário, porque, como tem o código disponível, é mais simples corrigir o problema do que esperar que a empresa criadora da aplicação proprietária o corrija, se é que o chega a corrigir ou corrigir correctamente.

Quarto ponto: como o código-fonte do software livre está disponível, mais olhos o verão. E como diz o ditado «Many eyes make all bugs shallow»; que é como quem diz «Muitos olhos tornam todos os bugs irrelevantes», ou seja, muitos olhos vêm muitos bugs e corrigem-nos ou reportam-nos a quem os pode corrigir.

Eu olho com alguma desconfiança para este relatório, pelas razões acima mencionadas. Se o software livre fosse mesmo tão inseguro como a Fortify alega no seu relatório, acham que os sistemas livres correriam na maioria dos super-computadores ou que o software livre teria a reputação de ser estável e seguro? E vocês; acham que este relatório tem razão de ser, é FUD ou apenas algum desconhecimento dos métodos de desenvolvimento do software livre?

{via PCPro e ITWire}

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Jul 20 2008

Sumatra PDF

Publicado por António Sousa em análises
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Visto ser a minha primeira análise para o Programas Livres, estou um pouco nervoso, mas cá vai:

Hoje venho apresentar-vos o Sumatra PDF. Tem como funcionalidade principal ler documentos no formato pdf.

Para quem não sabe, a extensão pdf (Portable Documente Format) corresponde a um formato padronizado para representar documentos, independentemente da aplicação, hardware e sistema operativo utilizado para a sua criação.

De volta ao nosso programa, nota-se logo rapidez ao abrir. Tendo já o programa a correr temos a possibilidade, de uma forma fácil, de trocar de documento que queiramos ler. Para isso basta arrastarmos o documento em questão para dentro da janela do programa, que este abrir-se-à automaticamente.

Possui uma aparência limpa, com poucos botões e uma área grande para visualização de documentos. Tem botões de acesso rápido para abrir um novo documento, mudar de página, aumentar e diminuir o zoom, encontrar palavras e ver o número de páginas.

Ao fazermos scroll com o rato, ele muda de página consoante o sentido em que se fez o scroll - para cima dirige-nos para a página anterior, e para baixo vai para a posterior.

No caso do zoom seleccionado não permitir ver a página na sua totalidade, se pressionarmos o botão esquerdo do rato sem o largar e o deslocarmos para cima ou para baixo, mostra-nos a parte inferior ou superior não visível da mesma.

O Sumatra PDF encontra-se sob a licença GPL v2, podendo ser descarregado aqui. Funciona em ambiente Windows, está traduzido em 46 línguas diferentes, entre as quais a língua Portuguesa, e possui versão portátil.

Para o utilizador comum, que deseje simplesmente ler documentos, aconselho-o vivamente. Tem a vantagem de ser rápido a executar e possuir uma aparência simples, o que lhe permite funcionar muito bem para o fim que foi criado.

Como aspecto negativo, o facto de só haver versão para Windows e não permitir seleccionar texto dos documentos. Não vejo grande vantagem em ter dois mecanismos de procura de palavras. O procurar habitual de palavras, e um procurar similar em que a única diferença é não apresentar palavras procuradas que se encontrem nos títulos dos documentos.

Aguardo ansiosamente um feedback dos nossos leitores, esperando ter sido eficaz nesta minha tarefa e acima de tudo, não ter cometido nenhum erro nesta análise.

Abraço!

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Jul 19 2008

Dell aumenta a oferta de computadores com Ubuntu pré-instalado

Publicado por Bruno Miguel em artigos diversos
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Serão os sistemas operativos livres uma alternativa viável para utilizadores e empresas que comercializam computadores ao consumidor final?

dell ubuntu computador

A americana Dell parece pensar que sim. Para além dos actuais modelos de computadores portáteis com o Ubuntu pré-instalado passarem a usar a última versão do Ubuntu, a empresa adicionou mais dois modelos de computadores portáteis e, pela primeira vez, um computador de secretária à oferta.

Por enquanto, esta oferta não estará disponível. Só em meados de Agosto é que a Dell deverá iniciar a comercialização destes novos produtos.

{via TGDaily}

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Jul 19 2008

Programas Livres e o Governo

Publicado por Marcos Marado em Direitos Digitais
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Foi uma quinzena prolífica com assuntos sobre os quais escrever, mas a escolha recaiu para este por ser, talvez, o mais grave de todos os anúncios feitos nos últimos tempos.

Na defesa e segurança informáticas, é costume referir-se que um bom profissional na área tem de ter um pouco de paranóico. É um conceito que não deve ser tomado levianamente: a segurança informática é um trabalho que nunca está feito, e quando não se vêm resultados é quando as coisas estão a correr melhor. O trabalho na segurança informática só é posto em causa quando a dita segurança foi comprometida. Assim, “ser paranóico” significa saber que “tudo o que pode acontecer, vai acontecer”, e o trabalho de defesa informática passa por identificar potenciais vértices de ataque, e proteger-se deles.

Assim, não deixa de ser irónico ler na comunicação social que o Ministério da Defesa fez estabeleceu uma parceria com a Norte-Americana Microsoft para a criação de um centro de investigação. Dessa notícia, destaco o seguinte:

Esta parceria [...] estabelecerá e desenvolverá uma plataforma de trabalho conjunto para potenciar a economia de software local em torno do mercado da defesa nacional. Neste campo, a Microsoft quer integrar as componentes desenvolvidas no Microsoft Language Development Centre de Lisboa, utilizando a língua portuguesa nos respectivos interfaces e disponibilizar conteúdos técnicos necessários ao Centro de Inovação, nomeadamente através da criação de uma biblioteca sobre a plataforma .NET, da organização de workshops e acções de formação com vista à utilização e à divulgação das tecnologias emergentes necessárias às actividades do centro.

Vejamos:

  • O Ministério de Defesa Português estabeleceu uma parceria com uma empresa Norte-Americana para a criação de um centro de investigação
  • o software para a defesa nacional vai integrar componentes desenvolvidas pela dita empresa Norte-Americana
  • os documentos técnicos estarão disponíveis através de uma biblioteca sobre uma plataforma proprietária e fechada, da dita empresa Norte-Americana
  • ao abrigo deste protocolo, a dita empresa irá incentivar a utilização e proceder à divulgação das suas tecnologias

Neste caso, nem vale a pena pegar no ponto em que se vê o Governo Português estar a estabelecer uma parceria com uma empresa condenada pela União Europeia. Servir-nos-à apenas destacar o facto do Ministério de Defesa Português estar a colocar-se, voluntariamente e de agrado, à mercê de uma empresa estrangeira, cujo background não é de louvar, passando a usar software proprietário e fechado, do qual não poderá validar e apenas confiar na sua segurança, e, como agradecimento, promove a publicitação dos produtos da dita empresa.

Fica-nos ainda um gosto amargo por não saber porque não houve concurso público para a atribuição desta parceria, ou a curiosidade em saber quem é que tomou a decisão de entregar desta forma a Defesa Nacional, quanto temos em Portugal Sistemas Operativos abertos como o Alinex ou a Caixa Mágica, quando temos em Portugal institutos dedicados à questão da Segurança como o CERT do Instituto Pedro Nunes, quanto temos em Portugal variadíssimas empresas que trabalham de uma forma mais aberta e clara, como as várias empresas-membro da ESOP.

Fica-nos um gosto amargo por ver-mos o Governo gastar milhões num Plano Tecnológico que, em vez de melhorar a situação no país, a piora.

mmarado Marcos Marado escreve no
PL ao Sábado sobre Direitos Digitais.
Podem
encontrar mais artigos como este no seu blog pessoal.

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Jul 18 2008

Mozilla cria grupo de desenvolvimento para Firebug

Publicado por Bruno Miguel em artigos diversos
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A Mozilla, entidade por detrás de software como o Firefox e Thunderburd, criou uma equipa cujo objectivo é melhorar a extensão Firebug.

O Firebug é uma extensão para o Firefox e clones que permite inspeccionar e fazer debug a HTML, CSS e Javascript, em qualquer página.

Este grupo será constituido por Jan ‘Honza’ Odvarko e Justin Dolske, da Mozilla; Kevin Sawicki, do projecto Aptana; Dion Almaer, do Google e Ajaxian; Douglas Crockford, do Yahoo; Steve Souders, do Google; John J. Barton, da IBM; e Joe Hewitt, criador do Firebug.

{via Webmonkey.com}

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Jul 18 2008

Mozilla Firefox 3.0.1

Publicado por João Matos em actualização
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Já saiu a versão 3.0.1 do Mozilla Firefox.

A primeira actualização um mês apenas após a primeira versão do Firefox 3. Esta versão, 3.0.1, não tem nenhuma alteração visual, apenas correcções. Se o firefox ainda não foi actualizado basta aceder a “Ajuda  -> Procurar por actualizações” ou então obte-lo em http://getfirefox.com/.

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Jul 17 2008

Radiohead a aplicar o conceito do software livre na música?

Publicado por Bruno Miguel em notícias livres
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Pela segunda vez - pelo menos tanto quanto sei -, uma banda decidiu tornar “livre” uma promo do videoclip de um single. Essa banda chama-se Radiohead e a promo está disponível no Google Code sob uma licença Creative Commons.

A primeira artista a disponibilizar sob uma licença livre um videoclip foi, de acordo com a edição online do Guardian, a islandesa Björk, aquando do lançamento do single Innocence.

Infelizmente, esta visualização estará sob uma licença livre apenas durante alguns meses. No final desse tempo, terão que pagar para a ver. Ainda assim, podemos afirmar que os Radiohead estão a importar o conceito do software livre para a música mainstream?

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